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Nossa Diocese | Diálogo Familiar: uma arte a ser construída

Diálogo Familiar: uma arte a ser construída

A solidão tem sido um dos maiores dramas do nosso tempo. Não me refiro à solidão nos asilos, nos hospitais ou presídios. Também não penso apenas na solidão de um missionário, de um estudante ou trabalhador que vive um período, por mais longo que seja, distante da sua terra. A solidão que mais tem causado espanto é a solidão do homem comum, vivendo no meio dos seus conhecidos, que tem um número razoável de “amigos” e está junto da sua família.

 

Causa admiração que na mesma época em que as distâncias geográficas são encurtadas, os limites da comunicação são ultrapassados e tantos recursos para enviar e receber mensagens são desenvolvidos este mesmo homem se sinta tão sozinho, isolado e incomunicável.

 

Se olharmos com mais atenção, poderíamos dizer que estamos na época dos meios de comunicação, mas estamos nos distanciando da própria comunicação. Comunicar-se é fazer-se comum, partilhar o que se é, o que se pensa. Comunicar é criar comunhão de vida, de pensamento e de valores. Não nos faltam os recursos para isso, mas nos falta saber como fazer isso.

 

É no interior da família que aprendemos a nos comunicar, a entrar em comunhão, a sentir o outro como parte de nós mesmos. Ou não!

 

É na família que aprendemos a partilhar a palavra (= DIA-LOGAR!) abrindo espaço e acolhendo o outro, dando-lhe tempo e vencendo os preconceitos da ignorância. Ou não!

 

É na família que somos inseridos numa forma de comunhão com a vida, que nos dá segurança e nos ajuda a vencer as barreiras que nos impedem de nos ver como irmãos de todos, jamais sozinhos ou abandonados. Ou não!

 

O diálogo familiar é uma arte a ser construída. E como toda arte supõe sempre um aperfeiçoamento, um esforço grande de alargar as próprias capacidades e superar o que se achava ser o último limite. É uma arte porque brota de dentro, parece que nos atrai: sim, tendemos ao diálogo, buscamos partilhar com o outro nossa palavra. A palavra nunca é apenas o som ou sua imagem escrita. A palavra é espelho de nós mesmos. Partilhar a palavra é partilhar a si mesmo, oferecer-se e ser acolhido.

 

Quais são os passos para a construção de um diálogo na vida familiar que seja adequado e proveitoso para todos? Falamos muito, mas pouco escutamos. Quais são os obstáculos a esta escuta? Quais são as condições necessárias para um diálogo adequado no ambiente familiar? Quais são as condições para conseguir compreender o outro? E, finalmente, quais são os frutos do diálogo sadio dentro do ambiente familiar?

 

Neste primeiro encontro da Direção Espiritual para as Famílias, DIÁLOGO FAMILIAR: UMA ARTE A SER CONSTRUÍDA, pretendemos enfrentar estas perguntas e tantas outras. Que o Espírito Santo nos ilumine. Participe conosco! Ajude-nos a divulgar.

 

Quando será? 22 de agosto, quarta-feira, das 19:30 às 21:15.

 

Onde? Paróquia São Pedro Apóstolo – Distrito de César de Souza/Mogi das Cruzes 

Av. Paulo VI, 400 – Jardim São Pedro; tel 11-4792-3502

 

Sempre das 19:30 às 21:15; não é necessário inscrever-se; não há taxas de participação.

 

TRANSMISSÃO PELA PÁGINA PADRE CLEITON SILVA

 

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CRONOGRAMA DOS PRÓXIMOS ENCONTROS

22 de agosto, quarta-feira, DIÁLOGO FAMILIAR: UMA ARTE A SER CONSTRUÍDA

10 de setembro, segunda-feira, CONSTRUINDO PONTES OU MUROS? O QUE FAZER COM AS PEDRAS DO CAMINHO?

24 de outubro, quarta-feira, FAMÍLIAS EVANGELIZANDO FAMÍLIAS: UM NOVO MODO DE SER IGREJA

31 de outubro, quarta-feira, A BOA-NOVA DA FAMÍLIA: UM TESOURO A SER ENCONTRADO SEMPRE

12 de novembro, segunda-feira, ESPIRITUALIDADE FAMILIAR: PALAVRA DE DEUS, ORAÇÃO E SACRAMENTOS

12 de dezembro, quarta-feira, MARIA NA VIDA FAMILIAR: MODELO E INTERCESSORA